Parafraseando Chico Buarque de Holanda, e Milton Nascimento, peço encarecidamente; “Pai, afasta de mim este cálice, de vinho tinto de sangue”.
Os desvios constantes dos bens públicos causam mortes de milhares de cidadãos de bem que dependem da ação política, e a intensa e ilibada intervenção do estado na sociedade.
A Grande Massa Popular incauta, geralmente se abstém do ato político, contribuindo e corroborando os atos escusos, o furto. A Massa peca pela omissão.
Cada propina, superfaturamento, desvio, acontecem concomitantemente com a morte do idoso na fila do hospital, o assassinato do viciado na esquina, o uso indiscriminado de entorpecentes nas muitas cracolândias, a prostituição, pedofilia, a moradia de cidadãos que perderam sua dignidade e civilidade em baixo de viadutos, nas ruas disputando espaços com ratos e baratas, a inexorabilidade da fome em suas várias facetas, fome social, fome intelectual fome de sentimentos aprazíveis.
Estamos perdendo nosso sentimento de indignação frente aos abusos cometidos por nossos parlamentares, passamos a achar tudo normal, com subterfúgios de que se rouba no Brasil desde os tempos de Cabral. Precisamos iniciar a caminhada para a consciência política, construir a consciência interna e a extrapolar pela sociedade em todos os segmentos.
Caminhar rumo ao futuro para uma sociedade mais equânime. Devo admitir, soa como Utopia, mas alguém tem que iniciar a metamorfose deste sonho em uma realidade possível, e acessível a todos.
Pode ser você.
W. Silva.
Parto de Idéias
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sábado, 22 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Relativum Veritas - Verdade Relativa
A Mentira é uma palavra de difícil compreensão, digo isso devido às várias vertentes de cunho mais ou menos científico que se preocuparam em conceituá-la, para que ela seja mais aceita, e menos criticada pelo simples fato de falsear uma realidade por vezes cruel.
De acordo com a psicologia, a mentira é apenas um mecanismo de defesa individual, ou para poupar outra pessoa de um sofrimento evitável; pela Antropologia, a mentira ocorre pela busca do poder, uma busca em que os fins justificam os meios. A Terceira vertente que se propõe “explicar” a mentira, está intimamente ligada ao senso comum. A Religião se ocupa mais em julgar, a partir de um modelo endeusado através dos tempos; Mentir é Pecado, é errado, e devemos usar a verdade sempre, seja em quaisquer circunstâncias.
A Mentira é algo inerente ao ser humano, ao ponto de ser extremamente necessária para o bom funcionamento das relações sociais, contudo, uma expressão já corriqueira nos leva a compreender que tudo em demasia se torna pernicioso.
Não pretendo aqui justificar a ação da mentira, apenas refletir sobre uma prática que nos acompanha desde os primórdios.
Defendo sempre a Verdade, mas sou levado a considerar que se faz relevante sopesar sobre uma “Verdade Relativa”, contudo, uma Lealdade Social acentuada.
W. Silva
De acordo com a psicologia, a mentira é apenas um mecanismo de defesa individual, ou para poupar outra pessoa de um sofrimento evitável; pela Antropologia, a mentira ocorre pela busca do poder, uma busca em que os fins justificam os meios. A Terceira vertente que se propõe “explicar” a mentira, está intimamente ligada ao senso comum. A Religião se ocupa mais em julgar, a partir de um modelo endeusado através dos tempos; Mentir é Pecado, é errado, e devemos usar a verdade sempre, seja em quaisquer circunstâncias.
A Mentira é algo inerente ao ser humano, ao ponto de ser extremamente necessária para o bom funcionamento das relações sociais, contudo, uma expressão já corriqueira nos leva a compreender que tudo em demasia se torna pernicioso.
Não pretendo aqui justificar a ação da mentira, apenas refletir sobre uma prática que nos acompanha desde os primórdios.
Defendo sempre a Verdade, mas sou levado a considerar que se faz relevante sopesar sobre uma “Verdade Relativa”, contudo, uma Lealdade Social acentuada.
W. Silva
Political illiterati e o Suffragium universale - O Analfabeto Político e o Sufrágio Universal
O pior analfabeto é o analfabeto político; Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política; Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Vamos usar o marketing da sinceridade e Lealdade.
Sejamos rigorosos, mas a mesma medida equânime. Deixem de lado a lei de Gerson.
Caminhe rumo a uma sociedade mais Humanizada e menos individualizada. Existam para pensar, e não Pensem para Existir.
A Mudança de tudo o que julgamos estar errado, passa pelas nossas mãos.
Usem o sufrágio universal a favor da maioria, não apenas em benefício próprio.

Texto de Bertold Brecht
Adaptação: W. Silva
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política; Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Vamos usar o marketing da sinceridade e Lealdade.
Sejamos rigorosos, mas a mesma medida equânime. Deixem de lado a lei de Gerson.
Caminhe rumo a uma sociedade mais Humanizada e menos individualizada. Existam para pensar, e não Pensem para Existir.
A Mudança de tudo o que julgamos estar errado, passa pelas nossas mãos.
Usem o sufrágio universal a favor da maioria, não apenas em benefício próprio.
Texto de Bertold Brecht
Adaptação: W. Silva
sábado, 18 de junho de 2011
Subterfúgios Políticos
Durante os meses de dezembro e janeiro, em que procelas nos brindam com a água dos céus nos deparamos com a consideração ímpar do poder público para com a população.
As torrentes caem lavando e levando o asfalto, as casas, e o senso de civilidade e compromisso de nossos parlamentares. Não raramente vemos placas contendo “avisos relevantes”, indicando aos transeuntes a possibilidade iminente de inundação como se eles não estivessem fadados ano após ano a sofrerem com as intempéries naturais, e o descaso das autoridades, que se eximem da responsabilidade ao colocar simples placas de aviso, ou a culpar os céus por uma chuva portentosa.
Qual atitude é verdadeiramente realizada pelo poder público para atenuar essa tragédia anunciada aos quatro cantos que ceifa precocemente a vida de cidadãos que vivem com parcas estruturas sociais, ao custo de uma carga tributária que beira os 40%.
O que pode ser feito? Seguir o conselho do poder público e passar longe dos locais sabiamente sinalizados, ainda que isso signifique não passar na rua de sua casa, ter que dormir na casa de um vizinho, de um parente, ou se aglomerar no pátio de uma escola sem estrutura alguma; Ou cabe a cada um de nós ocuparmos seu posto de protagonista frente ao ato político e deixar de apenas culpar o sistema por nossa inépcia intelectual.
PS: Não peçam um “refresco” da carga tributária;
Ao menos em tempo de chuva não é necessário refresco algum, a situação é por si deveras refrescante...
Libera me de politica inertiae ...
(Liberta-me da inércia Política...)
W. Silva.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Animadverto - (Do Latim - Perceba)
O Pleito de 2010 já se esvaiu, um novo se aproxima no ano de 2012, e como sempre, nos tempos eleitorais, as atenções se voltam para a idoneidade dos candidatos, e claro que essa preocupação acontece de forma efêmera; ainda assim devemos nos ater a essa época, pois um simples ato como a votação que dura poucos segundos nos acompanhará por longínquos quatro anos (no mínimo).
Esse texto é escrito a 17 meses das eleições com a simples intenção de atuar na consciência dos cidadãos, para que o voto seja tratado com o respeito e a cautela necessária para que posteriormente ninguém vomite falácias dizendo que a culpa é do sistema.
Devemos extirpar o pensamento de que a corrupção é algo intrínseco na atuação política, e cobrar profissionalismo dos parlamentares que elegemos lembrando-os sempre que necessário que sua atuação é simplesmente para o povo.
Vamos favorecer a reflexão dos diferentes atores sociais, empenhar-se para que princípios como a Justiça, Solidariedade, e Ética não sejam apenas escritos de livros obsoletos, ou ainda bradados e trovados em melodias poéticas.
Invista em conhecimento, desenvolva uma postura crítica pautada em fundamentos sólidos, e lembre-se sempre;
Ignorantes legem non eximit a culpa...
(O não conhecimento das leis não o exime de sua culpa)
W. Silva
W. Silva
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